| Sábado, 26/9/2015 › INTRODUÇÃO | ||
Informa que o profeta é de linhagem sacerdotal, de pequena localidade ao nordeste de Jerusalém, Anatote, no território da tribo de Benjamim. Seu chamado aconteceu no décimo terceiro ano do reinado de Josias, 627 a.C. e se estendeu por cerca de 40anos até depois do décimo primeiro ano de Zedequias, 586 a.C., quando Nabucodonosor conduziu para a Babilônia a terceira leva de cativos judeus.
Nebuzaradã, comandante da guarda imperial tratou Jeremias com muito respeito, concedendo-lhe a liberdade de escolha: “Se você quiser, venha comigo para a Babilônia e eu cuidarei de você, se, porém, não quiser, pode ficar,(...) vá para onde melhor lhe parecer” (Jr 40:4, Nova Versão Internacional).
Dos versos 4-10 o profeta questiona o seu chamado, considerando-se muito jovem, desqualificado para tão grande tarefa e tal como Moisés declarou: “Eu não sei falar” (Jr 1:6).
Porém, o Senhor refutou os seus argumentos e com a Sua mão tocou os lábios do profeta e disse: “Agora ponho em tua boca as minhas palavras. Veja! Eu hoje dou a você autoridade sobre nações e reinos, para arrancar, despedaçar, arruinar e destruir; para edificar e plantar” (Jr 1:9 e 10, Nova Versão Internacional).
Quando o Senhor vocaciona alguém para determinada incumbência, junto com a responsabilidade Ele disponibiliza todos os recursos do céu para o fiel desempenho da missão. Em verdade a tarefa de Jeremias era assustadora. Ele devia enfrentar nações e reinos, demonstração inequívoca de que a Soberania de Deus é universal e todos os povos um dia comparecerão perante o Seu tribunal.
Pense: “Portanto, vão e façam discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo, ensinando-os a obedecer a tudo o que eu lhes ordenei. E eu estarei sempre com vocês, até o fim dos tempos” (Mt 28:19 e 20, Nova Versão Internacional).
Desafio: “Assim como o Pai me enviou, eu os envio” (Jo 20:21, Nova Versão Internacional).
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