sexta-feira, 11 de setembro de 2015

introdução

Sábado, 5/9/2015 

 INTRODUÇÃO 
Fonte: A | A | A
Comentário por Pr. Albino Marks envie para um amigo |  versão para impressão
O Senhor lhe disse: Vai, porque este é para Mim um instrumento escolhido para levar o Meu nome perante os gentios e reis, bem como perante os filhos de Israel; pois Eu lhe mostrarei quanto lhe importa sofrer pelo Meu nome” (At 9:15, 16). Gloriosa é a missão do ministro, mas tremenda em suas responsabilidades. Paulo compreendera perfeitamente a grandeza do privilégio, bem como os sagrados encargos da tarefa. Jamais, com todas as tribulações, trocaria a recompensa eterna do fiel atalaia do rebanho de Cristo, pela transitória satisfação do louvor humano. “Se agradasse ainda a homens, não seria servo de Cristo” (Gl 1:10, Almeida Revista e Atualizada).

A amarga experiência da perseguição à Igreja de Deus marcou profundamente o espírito de Paulo. A lembrança dos maus tratos, infligidos com fria crueldade a inocentes e indefesas criaturas, aguilhoava-o persistentemente. A mudança de posição era tão chocante, que se considerava indigno da alta investidura recebida. Para os inimigos da verdade, porém, esta espantosa transformação era um argumento irrefutável do poder transformador de Cristo, ao qual não podiam resistir e contradizer.


Paulo, em suas cartas, lembra seu extremado zelo no judaísmo para demonstrar que a sinceridade no erro não tem valor algum. Se praticara as mais cruéis atrocidades, não o fizera por encontrar satisfação em seus instintos, mas no sincero desejo de preservar os princípios milenares da fé de seu povo. Todavia, labutava em erro. Tão logo a visão foi aberta, não titubeou no abandono das velhas práticas defendidas com tanto ardor, para adotar a linha correta com tal devoção e entusiasmo que surpreendeu os próprios apóstolos.


Apresentando a sua experiência, desconcertante e inexplicável para o judaísmo, gloriosa e profundamente significativa para a igreja nascente, Paulo declara que pregava “plenamente o evangelho de Cristo” (Rm 15:19), fundamentado “na lei de Moisés e dos profetas” (At 28:23) argumentando que o método divino de ensinar a graça e a salvação, teve a profunda mudança dos ritos e símbolos típicos, para o verdadeiro Substituto, Cristo Jesus morrendo sobre a cruz, como o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo. Nesta mensagem, residia o poderoso argumento para a sua incompreensível mudança de posição do judaísmo para o cristianismo Em verdade, a mudança só teve lugar em relação às práticas da vivência espiritual, mas não em relação ao centro vital do plano redentor, bem como às doutrinas e princípios que o esclarecem para o pecador necessitado.

Pense: “Quando, porém, ao que me separou antes de eu nascer e me chamou pela sua graça, aprouve revelar seu Filho em mim, para que eu o pregasse entre os gentios, sem detença, não consultei carne e sangue” (Gl 1:15 e 16, Almeida Revista e Atualizada).
Desafio: Foi Ele que me julgou digno de confiança, tomando-me a Seu serviço, a mim que outrora era blasfemo, perseguidor e violento. Mas foi-me concedida misericórdia, porque agi por ignorância, não tendo fé” (1Tm 1:12 e 13, Tradução Ecumênica da Bíblia).

quinta-feira, 3 de setembro de 2015

Fidelidade a toda prova

Sexta-feira, 4/9/2015 

 Fidelidade a toda prova! 
Fonte: A | A | A
Comentário por Sandra Zafalan Pescuma envie para um amigo |  versão para impressão
Diante de tantos desafios e tentativas frustradas, por fazer o que tinham vontade, os israelitas mostraram que esqueceram a confiança plena em Deus. Lutaram incansavelmente contra eles mesmos, no intuito de vencer e glorificar os próprios atos.

A lição desta semana nos mostrou que Deus espera de nós simplesmente que sejamos fieis a Ele. Diariamente Deus espera ansioso que O busquemos para um relacionamento simples e verdadeiro. 

Deus quer que nós O conheçamos de verdade para confiarmos nele em qualquer momento da nossa vida. E se não tivermos absoluta certeza que Ele está presente em cada detalhe, seremos como os israelitas: carentes de ajuda, perdidos no meio da batalha e sem direção a seguir.

Meu desejo é que a cada novo dia você desenvolva confiança plena em Deus, pois é Ele quem nos conhece verdadeiramente e é o único que poderá nos orientar nas nossas decisões e enfrentar as batalhas por nós, na certeza que seremos vencedores.

Feliz Sábado!

Pense: A partir de hoje sele um compromisso com você mesmo! Decida conhecer Deus, não de maneira superficial, mas de modo integro e verdadeiro.
Decisão: Você seria capaz de relatar quantas vezes você pediu para Deus te ajudar em alguma questão e esperou pacientemente pela resposta?

ATITUDE


Quinta-feira, 3/9/2015 

 Atitude! 
Fonte: A | A | A
Comentário por Sandra Zafalan Pescuma envie para um amigo |  versão para impressão
Em muitos aspectos da vida, atitude é tudo! Quando temos que resolver alguma situação não devemos ignorar , nos esconder ou tentar resolver por si mesmo. É importante estarmos prontos para esclarecer fatos que muitas vezes pode fazer a diferença na nossa vida e na vida de outras pessoas, sempre buscando a orientação de Deus.

Tenho que concordar que é muito mais fácil “deixar pra lá” algo que temos que resolver pelo simples fato de não querermos gastar nosso precioso tempo com explicações.
Nossas atitudes mostram quem somos, revelam nosso caráter e refletem ou não a imagem de Deus.

Os israelitas quando tentaram lutar por si mesmos, deixando de lado a confiança em Deus, foram derrotados! Resolveram agir de acordo com as próprias armas e sua autoconfiança foi seu pior inimigo.

O resultado disso, mais uma vez, foi fracasso e frustração! Esse relato nos ensina o quanto Deus se preocupa conosco e quer que sempre O busquemos para nos ajudar a resolver qualquer questão, do mais insignificante ao mais problemático. Para Deus não importa quão difícil seja a questão a ser resolvida, o que Ele espera de nós é que estejamos dispostos a confiar que Ele quer nos ajudar.

Os relatos bíblicos servem não só para contar histórias dos nossos antepassados, mas para nos ensinar a maneira correta de nos relacionar com Deus.







Pense: A partir de hoje, em qualquer situação, não se esqueça que Deus está sempre pronto a te ajudar a resolver seus problemas.
Decisão: Experimente conversar com Deus e pedir-Lhe conselhos sobre como esclarecer ou resolver qualquer situação que pareça ser difícil de resolver.

quarta-feira, 2 de setembro de 2015

› FILIPE COMO EVANGELISTA, PAI E ANFITRIÃO

Quinta-feira, 3/9/2015 

 FILIPE COMO EVANGELISTA, PAI E ANFITRIÃO 


A compreensão do oficial etíope abriu-se de tal maneira para Jesus como seu Salvador, que na primeira oportunidade em que passaram por um lugar onde havia água, ele pediu o batismo.

É importante observar que o ato do batismo seguiu o modelo do batismo de Jesus. Declara Lucas: “Quando saíram da água” (At 8:39).(Ver Mc 1:10).

Assim que saíram da água, Filipe não mais foi visto pelo etíope. As traduções declaram que “o Espírito do Senhor arrebatou Filipe repentinamente” (At 8:39, Nova Versão Internacional). Não há uma interpretação consensual sobre esta ação divina. O relato de Lucas continua dizendo: “Quanto a Filipe, encontrou-se em Azot” (At 8:40, Bíblia de Jerusalém).

O ser arrebatado não significa necessariamente que foi transportado para outro lugar por um ato de Deus. Ele poderia ser ocultado aos olhos do etíope. O servo do profeta Eliseu, via o exército sírio, mas não via os anjos protetores.

Aceitando o relato de Lucas de que ao receber a incumbência de ir para a estrada de Gaza, Filipe “se levantou e partiu” (At 8:27), fazendo mais de cem quilómetros a pé, nada impede que depois de batizar o oficial etíope, desaparecesse de seus olhos, e seguisse a pé pouco mais de vinte quilómetros até Azoto e pregar ali o evangelho. É uma maneira de entender o ocorrido, mas não é a única.

Uma importante informação sobre Filipe é a sua vida familiar. Além de participar do grupo pioneiro dos sete diáconos, depois da perseguição tornou-se conhecido como “Filipe, o evangelista” (At 21:8). Isto significa que usava boa parte de seu tempo para pregar as boas novas da salvação.

No entanto, este envolvimento não o impediu de administrar com sabedoria espiritual a sua família. Certamente tinha como esposa, alguém que compreendia a sua paixão pelo evangelismo, e em casa, era mãe sacerdotisa dedicada na educação de suas filhas, que também dedicavam tempo para a pregação da palavra. Este fato mereceu um destaque do historiador da igreja. Também é colocado em evidência que a família praticava a hospitalidade.

Pense: “Quanto a Filipe, encontrou-se em Azoto, e de lá, anunciava a Boa Nova em todas as cidades por onde passava até chegar a Cesaréia” (At 8:40, Tradução Ecumênica da Bíblia”.
Desafio: Não me envergonho do evangelho, porque é o poder de Deus para a salvação de todo aquele que crê; primeiro do judeu, depois do grego” (Rm 1:16, Nova Versão Internacional).

terça-feira, 1 de setembro de 2015

COM O ETÍOPE


Quarta-feira, 2/9/2015 

 COM O ETÍOPE 

Fonte: A | A | A
Comentário por Pr. Albino Marks envie para um amigo |  versão para impressão
Uma maneira importante a considerar de como Deus realiza a missão da proclamação do plano redentor é não estar preocupado com grande número de ouvintes apresentando a perspectiva de colheita abundante. Onde a mente e o coração estão abertos para ouvir e desejosos para compreender e aceitar a mensagem, o Espírito Santo atua para proporcionar a oportunidade.

De Samaria é declarado que “a multidão ouviu a Filipe” pregando “as boas novas do Reino de Deus e do nome de Jesus Cristo, creram nele, e foram batizados” (At 8:6 e 12, Nova Versão Internacional).

O resultado foi tão surpreendente que a notícia chegou a Jerusalém, de onde os apóstolos enviaram Pedro e João para confirmar os novos crentes em sua fé.

De Samaria, mais de cem quilómetros em direção ao sul, seguindo de Jerusalém para o Egito pelo caminho que passa por Gaza, um “importante oficial” etíope esteva estudando as profecias do profeta Isaías, procurando compreender o seu significado. Era apenas uma mente e um coração sedento pela mensagem da salvação, mas que não passou despercebido para o anelante e amoroso coração do Salvador.

Um anjo orientou Filipe, o bem sucedido conferencista de Samaria, para ir ao encontro de um único interessado em uma estrada deserta, a mais de cem quilómetros de distância. Filipe não questionou a ordem aparentemente sem sentido, considerando o grande número de ouvintes despertados em Samaria.

Filipe não perguntou para o anjo se havia um meio de locomoção para fazer a viagem. O historiador Lucas relata que “ele se levantou e partiu” (At 8:27). “Ele não pôs em dúvida o chamado, nem hesitou em obedecer, pois havia aprendido a lição da conformidade com a vontade de Deus” (Atos dos Apóstolos, p. 107).

O Espírito Santo orientou Filipe para aproximar-se de uma carruagem e ali teve a oportunidade de anunciar o Salvador predito nas mensagens do profeta Isaías, para o oficial etíope. “O coração do homem, fremia de interesse ao serem-lhe explicadas as Escrituras; e, ao terminar o discípulo, estava pronto para aceitar a luz proporcionada” (Atos dos Apóstolos, p. 108).
Pense: “Em todo o mundo homens e mulheres olham atentamente para o Céu. De almas anelantes de luz, de graça, do Espírito Santo, sobem orações, lágrimas e indagações. Muitos estão no limiar do reino, esperando somente serem recolhidos” (Atos dos Apóstolos, p. 109).
Desafio: Longamente tem Deus esperado que o espírito de serviço se apodere de toda a igreja, de maneira que cada um trabalhe para Ele segundo sua habilidade” (Atos dos Apóstolos, p. 111).

› FILIPE EM SAMARIA


Terça-feira, 1/9/2015 

 FILIPE EM SAMARIA 

Fonte: A | A | A
Comentário por Pr. Albino Marks envie para um amigo |  versão para impressão
Nos dias em que a perseguição era sem tréguas contra os cristãos, Tertuliano declarou: “O sangue dos mártires é semente de cristãos

Jesus já havia dito para os Seus discípulos: “Digo-lhes verdadeiramente que, se o grão de trigo não cair na terra e não morrer, continuará ele só. Mas se morrer, dará muito fruto” (Jo 12:24, Nova Versão Internacional).

Jesus estava falando do poder fecundo de Sua morte. Para que a Sua missão prosperasse, espalhando o seu reino espiritual entre os povos, Ele necessitava cair na terra, morrer, para não continuar só, mas depois de morrer, ressurgir como planta vigorosa para produzir muito fruto.

Antes da cruz, os discípulos nunca conseguiram apanhar a ideia da missão de Jesus. O seu interesse estava fixado na restauração do reino temporal de Israel (At 1:6). As multidões que se reuniam para ouvi-lO, estavam interessados no pão e no peixe (Jo 6:26).

Em verdade, a mente dos apóstolos foi aberta para a missão de Jesus e para a qual Ele os preparou durante os três anos e meio de ministério, somente no dia em que deles Se despediu no monte das Oliveiras, transmitindo o Seu último e desafiador recado: “Sereis Minhas testemunhas”.

Porém, como a sua compreensão estava limitada ao território de Judá, Deus, como o semeador Mestre do trigo do evangelho, colocou em operação o Seu projeto para alcançar as nações, espalhando as sementes de trigo que estavam acumuladas no celeiro de Jerusalém, pelo processo da perseguição. O grão de trigo teria que cair na terra, morrer, para então vicejar e produzir muito fruto. O primeiro grão de trigo que foi lançado à terra e morreu, foi Estevão, mas com que poder de frutificação ressurgiu em seu testemunho.

Filipe, que foi escolhido para servir às mesas e solucionar pequenas questiúnculas de interesses pessoais e secundários, recebeu de Jesus a missão de sair como semeador entre os marginalizados samaritanos.

Ele nos incumbiu da realização duma grande tarefa. Façamo-la com exatidão e determinação. Mostremos por nossa vida o que por nós fez a verdade” (Testemunhos Seletos, vol. 3, p. 51).

Na Igreja apostólica, quando compreenderam que por si não levariam a cabo a grande tarefa, humilharam-se e receberam o poder da promessa. As disputas por grandeza e supremacia desapareceram. As questões locais da época perderam o sentido. Uma só grande paixão os envolveu em borbulhante turbilhão de fé e esperança - Cristo Jesus. Nada mais.
Pense: “Naquela ocasião desencadeou-se grande perseguição contra a igreja em Jerusalém. Todos, exceto os apóstolos, foram dispersos pelas regiões da Judéia e de Samaria” (At 8:1, Nova Versão Internacional).
Desafio: Quem nos separará do amor de Cristo? Será tribulação, ou angústia, ou perseguição, ou fome, ou nudez, ou perigo, ou espada? (Rm 8:35, Nova Versão Internacional)

segunda-feira, 31 de agosto de 2015

SERVINDO ÀS MESAS

Segunda-feira, 31/8/2015 

 SERVINDO ÀS MESAS 

Comentário por Pr. Albino Marks
Um sentimento de exultação e verdadeiro amor fraternal inundou o primeiro momento da congregação apostólica. A que atribuir o espírito de partilha dos bens, de alegria extravasante e sinceridade de coração em seu louvor a Deus?

Os apóstolos que haviam passado por um grande momento de desapontamento porque Jesus não restaurou o reino a Israel, (At 1:6), foram inundados por uma esperança incontida com a mensagem dos anjos no monte das Oliveiras, no dia da ascensão de Jesus. (At1:11).

O anseio pelo reencontro com o Salvador criou expectativas tão grandes que transbordaram das palavras dos apóstolos. Atentemos para as mensagens escritas, passados já alguns anos depois da gloriosa promessa dos anjos, reavivando as palavras de Jesus. (Jo 14;1-3).

Pedro escreveu para os crentes: “Aguardando, e apressando-vos para a vinda do dia de Deus” (2Pe 3:13, Almeida Revista e Corrigida). Ou, na tradução da Almeida Contemporânea, em apelo mais poderoso: “Aguardando e desejando ardentemente a vinda do Dia de Deus”. A ênfase é muito forte no sentido de participar deste grandioso Dia.

Tanto Pedro como os demais discípulos, que viveram a intimidade do relacionamento com Cristo, com profunda intensidade aguardavam o momento do reencontro com grandes e expectantes anseios ainda em seus dias.

Tiago expressa essa esperança nas seguintes palavras: “Sejam também pacientes e fortaleçam o seu coração, pois a vinda do Senhor está próxima” (Tg 5:8, Nova Versão Internacional).

João, no Apocalipse declara: “Porque o tempo está próximo” (Ap 1:3, Nova Versão Internacional). No final do livro, ele enfatiza a promessa de Jesus: “Aquele que dá testemunho destas coisas diz: ‘Sim, venho em breve!’” (Ap 22:20, Nova Versão Internacional).

Com a expectativa da volta de Jesus em seus dias, e isto em curto prazo de tempo, tornou as coisas transitórias irrelevantes. Pode comparar-se a expectativa da igreja apostólica aos dias dos adventistas mileritas, que abandonaram as suas lavouras, porque nunca mais seriam necessárias.

No entanto, em pouco tempo a liderança apostólica compreendeu a necessidade de organização, mesmo não pendendo o foco da brevidade do tempo. Esta é a maneira correta de viver a experiência da esperança da vinda do Reino eterno dos santos, atender os deveres do cotidiano, mas “aguardando e desejando ardentemente a vinda do Dia de Deus”.

Pense: “Irmãos, escolham entre vocês sete homens de bom testemunho, cheios do Espírito e de sabedoria. Passaremos a eles essa tarefa e nos dedicaremos à oração e ao ministério da palavra” (At 6:3, Nova Versão Internacional).
Desafio: Dois homens estarão no campo: um será levado e o outro deixado. Duas mulheres estarão trabalhando num moinho: uma será levada e a outra será deixada. Portanto, vigiem, porque vocês não sabem em que dia virá o seu Senhor” (Mt 24:42, Nova Versão Internacional)