quarta-feira, 30 de setembro de 2015

OS ANTECEDENTES FAMILIARES DE JEREMIAS

Segunda-feira, 28/9/2015 

› OS ANTECEDENTES FAMILIARES DE JEREMIAS 

Comentário por Pr. Albino Marks
Não encontramos muitas informações sobre estes aspectos da vida de Jeremias. De acordo com Jeremias 1:1, o profeta era filho de Hilquias, sacerdote que residia em Anatote, pequena localidade a noroeste de Jerusalém. Jeremias 32 relata que por direito de resgate o profeta adquiriu uma propriedade em Anatote, pertencente a seu primo Hanameel. Muito provavelmente Jeremias nasceu nesta localidade.

O cronista da história dos reis de Israel relata a expulsão do sacerdote Abiatar de Jerusalém para Anatote, no ano 971 a.C. Jeremias nasceu em torno do ano 645 a.C., portanto, mais de 320 anos depois do incidente do rei Salomão com o sacerdote Abiatar. Porém, não é estabelecida qualquer relação familiar com o sacerdote Abiatar, expulso de sua função.

Em Segundo Crônicas 34:14-21 é relatado que Hilquias, sacerdote, encontrou no templo no início do reinado de Josias, o livro da lei de Moisés. Hilquias, o pai de Jeremias e o sacerdote que encontrou o livro da lei devem ser a mesma pessoa, pois ambos estão relacionados com o rei Josias.

Nos dias do rei Davi, quando Abiatar era sacerdote, também Zadoque era sacerdote (2Sm 15:25-29). Foi Zadoque que ungiu Salomão como rei (1Rs 1:39), enquanto Abiatar tomou o partido de Adonias (1Rs 1:25). Sua expulsão do sacerdócio e de Jerusalém está ligado a este fato (1Rs 26 e 27).

Na relação genealógica registrada no primeiro livro das Crônicas, Hilquias aparece como descendente de Zadoque (1Cr 6:8-14). Hilquias, como sacerdote, também morava em Anatote, para onde fora expulso Abiatar três séculos antes. Portanto, é bem viável que Jeremias foi descendente da linhagem do sacerdote Zadoque, e provavelmente Anatote era uma pequena localidade habitada pelos descendentes da tribo de Levi.

“Na juventude de Jeremias Deus viu alguém que seria fiel a seu encargo, e que permaneceria pelo direito contra grande oposição. Na meninice ele se provara fiel; e agora enfrentaria durezas, como bom soldado da cruz (...). Num tempo de apostasia sem paralelo, devia ele exemplificar na vida e no caráter a adoração ao verdadeiro Deus” (Profetas e Reis, ps 407 e 408).
Pense: “Antes de formá-lo no ventre eu o escolhi; antes de você nascer, eu o separei e o designei profeta às nações” (Jr 1:5, Nova Versão Internacional).
Desafio: “Houve um homem enviado por Deus cujo nome era João” (Jo 1:6, Almeida Revista e Atualizada).

Os Profetas

Domingo, 27/9/2015 

› OS PROFETAS 
Fonte: escola no ar
Comentário por Pr. Albino Marks
O profeta Amós define em poucas palavras a comissão confiada por Deus para o profeta: “Ouçam esta palavra que o Senhor falou: (...). Certamente o Senhor, o Soberano, não faz coisa alguma sem revelar o seu plano aos seus servos, os profetas” (Am 3:1 e 7, Nova Versão Internacional).

O próprio termo hebraico que designa o profeta – Nabi – comunica a ideia: aquele que fala em lugar de. O mesmo acontece com o termo grego – Profétes. Logo, pela natureza de sua tarefa, esses homens escolhidos e designados por Deus, sabiam que estavam falando as palavras de Deus para os homens, em lugar de Deus. As mensagens comunicadas não eram de sua autoria, mas a expressão da vontade de Deus em Seu relacionamento com o ser humano e a comunicação de Seus planos e propósitos no grande conflito cósmico espiritual.

O plano de Deus revelado para os profetas poderia estar relacionado com acontecimentos do grande conflito cósmico espiritual entre Cristo e Satanás. Porém, esta não era a tarefa mais importante do profeta. A parte mais importante era a comunicação das instruções de Deus para desenvolver um relacionamento sadio em harmonia com a Sua vontade.

Portanto, o centro das mensagens dos profetas para o pecador era a solução de Deus para o problema do pecado. O pecado está relacionado com a quebra da aliança de Deus, fundamentada em Sua lei. A conduta em desobediência à clara expressão de Sua vontade coloca o ser humano em desarmonia com Deus. A solução para este problema encontra-se na graça e no amor perdoador de Deus. O cumprimento da promessa de Deus está condicionado à resposta de obediência do ser humano. “‘Venham, vamos refletir juntos’, diz o Senhor. ‘Embora os seus pecados sejam vermelhos como escarlate, eles se tornarão brancos como a neve; embora sejam rubros como púrpura, como a lã se tornarão’” (Is 1:18, Nova Versão Internacional).

Esta é a promessa da graça e do amor de Deus. Então, coloca a condição para tornar a promessa eficaz: “Se vocês estiverem dispostos a obedecer, comerão os melhores frutos desta terra; mas se resistirem e se rebelarem, serão devorados pela espada” (Is 1:19 e 20, Nova Versão Internacional).

Esta foi a mensagem de João Batista para os fariseus e saduceus. Continua sendo a mensagem de Deus para a solução do problema do pecado para nós hoje. Aceitar a graça e obediência à vontade de Deus.
Pense: “Quem lhes deu a ideia de fugir da ira que se aproxima? Deem fruto que mostre o arrependimento!” (Mt 3:7 e 8, Nova Versão Internacional)
Desafio: “Mas quem pratica a verdade vem para a luz, para que se veja claramente que as suas obras são realizadas por intermédio de Deus” (Jo 3:21, Nova Versão Internacional).

Introdução da semana

Sábado, 26/9/2015 

› INTRODUÇÃO 

“Antes que Eu te formasse no ventre materno, Eu te conheci, e, antes que saísses da madre, te consagrei, e te constitui profeta às nações” (Jr 1:5). A introdução ao livro de Jeremias é feita por outra pessoa, que o faz em sucinta apresentação, do capítulo 1:1-3. O autor do pequeno prólogo não se identifica, mas pode ser Baruque que atuava como secretário do profeta.

Informa que o profeta é de linhagem sacerdotal, de pequena localidade ao nordeste de Jerusalém, Anatote, no território da tribo de Benjamim. Seu chamado aconteceu no décimo terceiro ano do reinado de Josias, 627 a.C. e se estendeu por cerca de 40anos até depois do décimo primeiro ano de Zedequias, 586 a.C., quando Nabucodonosor conduziu para a Babilônia a terceira leva de cativos judeus.

Nebuzaradã, comandante da guarda imperial tratou Jeremias com muito respeito, concedendo-lhe a liberdade de escolha: “Se você quiser, venha comigo para a Babilônia e eu cuidarei de você, se, porém, não quiser, pode ficar,(...) vá para onde melhor lhe parecer” (Jr 40:4, Nova Versão Internacional).

Dos versos 4-10 o profeta questiona o seu chamado, considerando-se muito jovem, desqualificado para tão grande tarefa e tal como Moisés declarou: “Eu não sei falar” (Jr 1:6).

Porém, o Senhor refutou os seus argumentos e com a Sua mão tocou os lábios do profeta e disse: “Agora ponho em tua boca as minhas palavras. Veja! Eu hoje dou a você autoridade sobre nações e reinos, para arrancar, despedaçar, arruinar e destruir; para edificar e plantar” (Jr 1:9 e 10, Nova Versão Internacional).

Quando o Senhor vocaciona alguém para determinada incumbência, junto com a responsabilidade Ele disponibiliza todos os recursos do céu para o fiel desempenho da missão. Em verdade a tarefa de Jeremias era assustadora. Ele devia enfrentar nações e reinos, demonstração inequívoca de que a Soberania de Deus é universal e todos os povos um dia comparecerão perante o Seu tribunal.
Pense: “Portanto, vão e façam discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo, ensinando-os a obedecer a tudo o que eu lhes ordenei. E eu estarei sempre com vocês, até o fim dos tempos” (Mt 28:19 e 20, Nova Versão Internacional).
Desafio: “Assim como o Pai me enviou, eu os envio” (Jo 20:21, Nova Versão Internacional).

sexta-feira, 25 de setembro de 2015

ESTUDO ADICIONAL DA SEMANA

Sexta-feira, 25/9/2015 

› ESTUDO ADICIONAL 
Fonte: A | A | A
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Quem aceita esta oferta de Deus, passa da condenação da morte, para a dádiva de graça da vida. Mais uma vez a justiça desempenha seu papel, não em sentença de condenação para a morte, mas em um pronunciamento para a vida. Mais uma vez torna-se evidente: sem o instrumento da justiça não haveria como imputar a dádiva da vida, por graça e amor.

Todavia, quem não aceita o ato da justiça de Deus executado em Si mesmo permanece sob a condenação da justiça. Para este, a graça e o amor não têm nenhum poder de libertação da sentença de morte. Porque a justiça somente é libertadora, quando a condenação da justiça, que foi executada no Substituto, é transformada em justiça de amor, graça, perdão e reconciliação, isto é, quando a dádiva do Substituto é aceita pelo condenado, independente de méritos.

A cruz manifesta a justiça de Deus na condenação, Jesus morrendo no lugar do homem culpado, e a justiça de Deus no perdão, na graça e na justificação para o homem culpado. A cruz manifesta o poder letal do pecado, que clama pela execução da sentença e a inquestionável justiça de Deus, executando a sentença em Si mesmo. A cruz manifesta a abundância do pecado, reclamando a condenação, e o poder superabundante da graça para livrar o homem condenado, da morte, na morte Substituta do Inocente. A cruz manifesta a malignidade do pecado e a santidade e imutabilidade da justiça da lei, porque a cruz manifesta a imutabilidade de Deus.

Esta é a grande razão pela qual a santidade e a justiça de Deus são reconhecidas e proclamadas por todo o Universo, porque em Cristo Jesus os Seus atos de justiça se tornaram manifestos (Ap 15:4) para a condenação à morte e para a dádiva da vida. Disse Jesus: “Eu lhes asseguro: quem ouve a minha palavra e crê naquele que me enviou, tem a vida eterna e não será condenado, mas já passou da morte para a vida” (Jo 5:24, Nova Versão Internacional).
Pense: “Quem crê no Filho tem a vida eterna; já quem rejeita o Filho não verá a vida, mas a ira de Deus permanece sobre ele” (Jo 3:36, Nova Versão Internacional).
Desafio: “Sejam condenados todos os que não creram na verdade, mas tiveram prazer na injustiça” (2Ts 2:12, Nova Versão Internacional).

O CHAMADO

Quinta-feira, 24/9/2015 

› O CHAMADO PARA A MISSÃO 
Fonte: A | A | A
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Desde o momento em que Adão pecou e pelo pecado foi separado de Deus, teve início a missão do resgate. O pecado que separou Adão de Deus continuou o seu trabalho destruidor, separando o primeiro filho do casal, não somente de Deus, mas também dos fundamentos de educação dos pais. Em consequência do pecado a comunicação da mensagem da vontade de Deus enfrentou a oposição do inimigo.

Dois séculos depois do dilúvio a influência destruidora do pecado, novamente já havia aberto grandes brechas no relacionamento com Deus. No entanto, mais quatro séculos passaram, quando Deus chamou Abraão para a grande missão redentora.

Deus renovou a Sua aliança e a promessa feita a Adão, com Abraão e prometeu que a partir dele nasceria uma grande nação: “De ti farei uma grande nação” (Gn 12:2). Acrescentou ainda que “em ti serão benditas todas as famílias da terra” (Gn 12:3, Almeida Revista e Atualizada).

O plano de Deus com Abraão era estabelecer um povo que de tal modo vivesse os princípios do caráter divino, que todas as nações seriam atraídas a Ele. Para isto colocou-os no centro do mundo conhecido naquele tempo. “Eu a havia situado no meio das nações, com outras terras em torno dela” (Ez 5:5, Tradução Ecumênica da Bíblia). No entanto, Israel em vez de irradiar a beleza da santidade de Deus, foi influenciado pelas práticas abomináveis dos outros povos paganizados.

Sabemos que em Cristo, a bênção da salvação estendeu-se a todos os povos: Com a vinda de Cristo, Deus iniciou um novo processo de proclamação do plano redentor. A responsabilidade de proclamar as boas novas da salvação não mais seria de uma nação-igreja, mas de uma igreja-nações. Estabeleceu a Sua Igreja com o objetivo de nela congregar súditos de todas as nações. Portanto, está chamando homens e mulheres de todos os povos, que manifestando a mesma fé de Abraão tornam-se Seus filhos espirituais, formando a multidão incontável de testemunhas.

O testemunho deve trazer as características da dedicação de Paulo, que é capaz de romper com todas as barreiras de preconceitos, fazendo-se de tudo para com todos a fim de que com a diversidade de métodos ganhar pecadores de todas as etnias, culturas, classes sociais... 
Pense: “Dispõe-te, resplandece, porque vem a tua luz, e a glória do Senhor nasce sobre ti (...). As nações se encaminham para a tua luz, e os reis, para o resplendor que te nasceu” (Is. 60:1 e 3, Almeida Revista e Atualizada).
Desafio: “E este evangelho do Reino será pregado em todo o mundo como testemunho a todas as nações, e então virá o fim” (Mt 24:14, Nova Versão Internacional).

› PECADORES QUE NECESSITAM DA GRAÇA

› PECADORES QUE NECESSITAM DA GRAÇA 
Fonte: A | A | A
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Não são poucos os que têm dificuldades com o amor e a justiça de Deus. “Quando lhes retiras o fôlego, morrem e voltam ao pó” (Sl 104:29, Nova Versão Internacional). Como um Deus de amor concede o fôlego de vida e depois o tira? Deus é amor, mas também é justiça. Em Sua dádiva de amor e a Sua advertência de justiça, Deus concedeu e assegurou vida para o homem enquanto este permaneceu leal. (Gn 2:16 e 17). Quando desobedeceu à advertência da justiça de Deus, Ele executou a sentença de condenação à morte e, por Sua justiça, tirou o fôlego que havia dado.

No entanto, como a justiça de Deus não anula o Seu amor, tal como o Seu amor não anula a Sua justiça, antes de executar a justiça, com Seu amor, Deus fez a promessa de Sua graça, que foi provida na eternidade: “Porque Deus tanto amou o mundo que deu o seu Filho Unigênito, para que todo o que nele crer não pereça, mas tenha a vida eterna. Pois Deus enviou o seu Filho ao mundo, não para condenar o mundo, mas para que este fosse salvo por meio dele” (Jo 3:16 e 17, Nova Versão Internacional). Aquele que dá o fôlego da vida por Sua graça, por causa do pecado, por Sua justiça, o retoma. No entanto, retorna a dá-lo para todos os que aceitam a Sua oferta de graça.

Por mais paradoxal que possa parecer, é na execução da justiça que Deus revela a imensidão do Seu amor e da Sua graça. A justiça condena o homem culpado e pede a execução da sentença. Porém, Deus tanto ama o homem, que executa a Sua justiça ao executar a sentença da justiça em Si mesmo, na pessoa de Cristo, que oferece graça por amor. Jesus não veio ao mundo para condenar o homem, mas para ser condenado em lugar do homem e por Sua morte oferecer graça.

Paulo declara que “onde aumentou o pecado, transbordou a graça” (Rm 5:20, NVI). Deus tanto amou o mundo, amor sem limites, que fez transbordar a Sua justiça, “enviando o seu próprio Filho, à semelhança do homem pecador, como oferta pelo pecado. E assim condenou o pecado na carne, a fim de que as justas exigências da Lei fossem plenamente satisfeitas em nós, que não vivemos segundo a carne, mas segundo o Espírito” (Rm 8:3 e 4, Nova Versão Internacional). Sem executar a imutabilidade de Sua justiça, Ele não poderia revelar a grandeza de seu amor perdoador e sua graça superabundante. Ele assim pode atuar porque Ele é justiça, amor e graça. (Leia mais em Estudo Adicional).

Pense: “Portanto, a ira de Deus é revelada dos céus contra toda impiedade e injustiça dos homens que suprimem a verdade pela injustiça” (Rm 1:18, Nova Versão Internacional).
Desafio: “Por meio de quem obtivemos acesso pela fé a esta graça na qual agora estamos firmes; e nos gloriamos na esperança da glória de Deus” (Rm 5:2, Nova Versão Internacional).

terça-feira, 22 de setembro de 2015

PECADORES QUE NECESSITAM DA GRAÇA


Quarta-feira, 23/9/2015 

› PECADORES QUE NECESSITAM DA GRAÇA 
Fonte: A | A | A
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Não são poucos os que têm dificuldades com o amor e a justiça de Deus. “Quando lhes retiras o fôlego, morrem e voltam ao pó” (Sl 104:29, Nova Versão Internacional). Como um Deus de amor concede o fôlego de vida e depois o tira? Deus é amor, mas também é justiça. Em Sua dádiva de amor e a Sua advertência de justiça, Deus concedeu e assegurou vida para o homem enquanto este permaneceu leal. (Gn 2:16 e 17). Quando desobedeceu à advertência da justiça de Deus, Ele executou a sentença de condenação à morte e, por Sua justiça, tirou o fôlego que havia dado.

No entanto, como a justiça de Deus não anula o Seu amor, tal como o Seu amor não anula a Sua justiça, antes de executar a justiça, com Seu amor, Deus fez a promessa de Sua graça, que foi provida na eternidade: “Porque Deus tanto amou o mundo que deu o seu Filho Unigênito, para que todo o que nele crer não pereça, mas tenha a vida eterna. Pois Deus enviou o seu Filho ao mundo, não para condenar o mundo, mas para que este fosse salvo por meio dele” (Jo 3:16 e 17, Nova Versão Internacional). Aquele que dá o fôlego da vida por Sua graça, por causa do pecado, por Sua justiça, o retoma. No entanto, retorna a dá-lo para todos os que aceitam a Sua oferta de graça.

Por mais paradoxal que possa parecer, é na execução da justiça que Deus revela a imensidão do Seu amor e da Sua graça. A justiça condena o homem culpado e pede a execução da sentença. Porém, Deus tanto ama o homem, que executa a Sua justiça ao executar a sentença da justiça em Si mesmo, na pessoa de Cristo, que oferece graça por amor. Jesus não veio ao mundo para condenar o homem, mas para ser condenado em lugar do homem e por Sua morte oferecer graça.

Paulo declara que “onde aumentou o pecado, transbordou a graça” (Rm 5:20, NVI). Deus tanto amou o mundo, amor sem limites, que fez transbordar a Sua justiça, “enviando o seu próprio Filho, à semelhança do homem pecador, como oferta pelo pecado. E assim condenou o pecado na carne, a fim de que as justas exigências da Lei fossem plenamente satisfeitas em nós, que não vivemos segundo a carne, mas segundo o Espírito” (Rm 8:3 e 4, Nova Versão Internacional). Sem executar a imutabilidade de Sua justiça, Ele não poderia revelar a grandeza de seu amor perdoador e sua graça superabundante. Ele assim pode atuar porque Ele é justiça, amor e graça. (Leia mais em Estudo Adicional).
Pense: “Portanto, a ira de Deus é revelada dos céus contra toda impiedade e injustiça dos homens que suprimem a verdade pela injustiça” (Rm 1:18, Nova Versão Internacional).
Desafio: “Por meio de quem obtivemos acesso pela fé a esta graça na qual agora estamos firmes; e nos gloriamos na esperança da glória de Deus” (Rm 5:2, Nova Versão Internacional).