segunda-feira, 21 de setembro de 2015

QUANDO ALGUÉM PRESISA SABER


Segunda-feira, 21/9/2015 

› QUANDO ALGUÉM PRESISA SABER 
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A importante questão central do plano da salvação está fundamentada “no mistério que, durante as épocas passadas, foi mantido oculto em Deus, que criou todas as coisas (...) de acordo com o seu eterno plano que ele realizou em Cristo Jesus, nosso Senhor” (Ef 3:9 e 11, Nova Versão Internacional).

O plano da salvação não é uma ideia em consequência do pecado, mas é a resposta antecipada de Deus para o problema do pecado. Deus não ordenou o pecado, previu-o, porém, quando idealizou o Universo povoado por criaturas que receberam a liberdade de fazer escolhas. Antes de criar criaturas com livre arbítrio, “Deus, que criou todas as coisas”, estabeleceu o plano da salvação, a solução para o problema da escolha errada, gerando o pecado.

O plano da salvação fundamenta-se na santidade de Deus. Ele é único, incomparável. Na Sua presciência todo o passado permanece inalterado em seu conhecimento e o futuro não pode surpreendê-lO. A escolha certa de Suas criaturas dotadas com a liberdade de escolha é tão límpida para Ele, tal como é o caminho da escolha errada. “Desde o início faço conhecido o fim, desde tempos remotos, o que ainda virá. Digo: Meu propósito permanecerá em pé, e farei tudo o que me agrada”. ”Mas os planos do Senhor permanecem para sempre, os propósitos do seu coração, por todas as gerações” (Is 46:10 e Sl 33:11, Nova Versão Internacional).

É na Sua santidade que Deus revela o Seu amor único. Somente o Deus santo, único, é amor eterno e leal. É amor que nunca falha. É na Sua santidade que revela a Sua graça única. É na Sua santidade que revela a Sua perfeita e inquestionável justiça única. É na Sua santidade que se encontra o Seu poder salvador único. Ele é o único que tem poder para salvar do domínio de Satanás e do pecado.

Como todos os atributos do caráter de Deus, nas pessoas da Trindade, proclamam a Sua unicidade holística, uma totalidade perfeita, e por Sua presciência julga com justiça, amor e graça todas as situações e questões, por meio do sacerdócio imutável de Cristo, pode salvar totalmente todos os que por Cristo se achegam a Ele (Hb 7:24 e 25). Pode salvar mesmo aqueles que não tiveram nenhum conhecimento deste sacerdócio eterno, mas em sua consciência condenam o pecado e anseiam vida correta, e no íntimo anelam libertação do poder opressor do mal, sem compreender a sua escravidão do diabo. “Isso tudo se verá no dia em que Deus julgar os segredos dos homens, mediante Cristo Jesus, conforme o declara o meu evangelho” (Rm 2:16, Nova Versão Internacional).
Pense: “Ao único Deus, nosso Salvador, sejam glória, majestade, poder e autoridade, mediante Jesus Cristo, nosso Senhor, antes de todos os tempos, agora e para sempre! Amém (...). Chegou a hora de ser julgado este mundo; agora será expulso o príncipe deste mundo” (Jd 25 e Jo 12:31, Nova Versão Internacional).
Desafio: “Eu crio a luz e a escuridão. Eu controlo todos os acontecimentos, os bons e os maus. Eu, o Senhor, é que faço todas essas coisas” (Is 45:7, Bíblia Viva).

› UNIVERSALISMO E PLURALISMO

Terça-feira, 22/9/2015 

› UNIVERSALISMO E PLURALISMO 

O autor da lição analisa o universalismo e o pluralismo no contexto da salvação. A teologia do universalismo tropeça na compreensão da justiça e do pecado e na recompensa do castigo eterno, como nunca tendo fim. A teologia bíblica é bem definida sobre as questões.

O pluralismo tem o seu lado positivo em relação à conduta. De modo geral, toda religião impõe princípios de comportamento o que determina ser melhor ter uma religião. No entanto, no contexto da salvação não é a religião, ou a igreja em si, que pode oferecer este prêmio. Unicamente Deus, por meio de Jesus Cristo oferece a salvação. A Escritura é radical sobre esta questão: “Não há salvação em nenhum outro nome”. “Porque ninguém pode lançar outro fundamento, além do que foi posto, o qual é Jesus Cristo” (At 4:12 e 1Co 3:11, Almeida Revista e Atualizada).

Contudo, sobre este fundamento ainda corre-se o risco de estabelecer e defender doutrinas erradas. (1Co 3:11-15). Portanto, não é seguro afirmar que toda denominação espiritual que confessa o nome de Jesus é um caminho para a salvação. Também não seguro afirmar que existe apenas uma denominação espiritual que é o único caminho certo. A salvação não é dádiva de uma denominação espiritual, mas fruto da graça de um Nome, Jesus, aceito e recebido pela fé. Respondeu Jesus: ‘Eu sou o caminho, a verdade e a vida. Ninguém vem ao Pai, a não ser por mim’” (Jo 14:6, Nova Versão Internacional).

Quando saiu das mãos do Criador o homem recebeu o direito da escolha, e Deus correu com Adão e Eva o risco da escolha errada. Satanás, quando enganou a Eva e induziu Adão ao pecado, tirou do homem o direito da escolha. O homem tornou-se escravo e o único fim era a morte. Jesus, quando entregou a Sua vida como preço de resgate, devolveu ao homem o direito da escolha. O salário do pecado é a morte, o dom da graça é a vida. Entenda-se que esta dádiva foi feita na eternidade antes da criação do homem. Isto significa que, quando o primeiro sacrifício típico foi feito, junto aos portais do Éden, tipificando o sacrifício de Deus em favor do pecador, o direito da escolha foi devolvido para Adão e Eva e a sua descendência. 

Adão Eva, no jardim do Éden, entre a vida que possuíam e o pecado e a morte desconhecidos, escolheram a morte. Expulsos do jardim receberam de volta o direito de escolher, agora, entre a condenação á morte eterna e a recepção da vida eterna, por um ato de graça da parte de Deus. Assim também, todos os seus descendentes, incluindo você e eu. Esta escolha é feita unicamente aceitando a morte substituta de Jesus.
Pense: “Hoje invoco os céus e a terra como testemunhas contra vocês, de que coloquei diante de vocês a vida e a morte, a bênção e a maldição. Agora escolham a vida, para que vocês e seus filhos vivam” (Dt 30:19, Nova Versão Internacional).
Desafio: “Eis que estou à porta e bato. Se alguém ouvir a minha voz e abrir a porta, entrarei e cearei com ele, e ele comigo” (Ap 3:20, Nova Versão Internacional).

sexta-feira, 11 de setembro de 2015

ESTUDO ADICIONAL

Sexta-feira, 11/9/2015 

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O que é cultura de um povo? São costumes, maneiras de aceitar procedimentos na conduta, acervo literário, patrimônio em museus, divertimentos, maneiras de vestir, comidas típicas, práticas espirituais...

Existe uma tendência de que as culturas são um terreno neutro no grande conflito cósmico espiritual. Neste contexto, as ideias e os costumes culturais são puramente humanistas e, portanto, não sofrem a influência e ação de Satanás para o mal e para atos pecaminosos. Como tais, não são objeto da transformadora graça, influência e ação do Espírito Santo, atuando com o poder do evangelho no sentido de interferir nas ideias e costumes culturais para operar mudanças.

Que orientações foram dadas para os israelitas? “Diga o seguinte aos israelitas: Eu sou o Senhor, o Deus de vocês. Não procedam como se procede no Egito, onde vocês moraram, nem como se procede na terra de Canaã, para onde os estou levando. Não sigam as suas práticas. Pratiquem as minhas ordenanças, obedeçam aos meus decretos e sigam-nos. Eu sou o Senhor, o Deus de vocês” (Lv 18:2-4, Nova Versão Internacional).

Quando Israel estava no cativeiro babilônico, por meio do profeta Ezequiel, Deus questionou a conduta do povo: “E vocês saberão que eu sou o Senhor, pois vocês não agiram segundo os meus decretos nem obedeceram às minhas leis, mas se conformaram aos padrões das nações ao seu redor” (Ez. 11:12, Nova Versão Internacional).

Deus não deixa esta questão importante sem dar as devidas orientações. Em Sua Palavra estabelece princípios bem definidos sobre o que é bom e o que é mau, o que deve ser aceito e o que deve ser rejeitado.

Porém, o diabo não dorme e trabalha com todo empenho para diminuir a importância da Palavra de Deus: “Satanás tentou destruir a igreja nascente nos tempos apostólicos. Seus métodos naquele tempo eram os mesmos de sempre: (…) tentativas de limitar o papel da palavra de Deus na vida da igreja” (LES. 1o trimestre. 2002, p. 138, Professor).

Quem aceita a Jesus como Salvador é trabalhado pelo Espírito Santo para uma completa transformação do caráter, aceitando o bem que vem de Deus e rejeitando o mal que tem origem com Satanás. No entanto, com o argumento de que as culturas são um terreno neutro entre o bem e o mal, cada pecador arrependido continua com as ideias e costumes de sua própria cultura, não necessitando necessariamente conhecer e praticar os princípios da cultura do reino de Deus expostos em Sua Palavra. Ou, usando a sua liberdade de escolha, faz uma simbiose das duas culturas e dependendo das circunstâncias vive uma ou outra. Deste modo, o diabo usa a cultura para limitar a ação da Palavra de Deus.
Pense: “Ai dos que chamam ao mal bem e ao bem mal, que fazem das trevas luz e da luz, trevas, do amargo, doce e do doce, amargo! Ai dos que são sábios e inteligentes em sua própria opinião!” (Is 5:20 e 21, Nova Versão Internacional).
Desafio: “Com Cristo eu sou um crucificado; vivo, mas não sou mais eu, é Cristo que vive em mim” (Gl 2:19 e 20, Tradução Ecumênica da Bíblia).

A MISSÃO E O MULTICULTURALISMO


Quinta-feira, 10/9/2015 

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Fonte: A | A | A
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Posteriormente ao Concílio em Jerusalém, onde a posição da Igreja em relação ao cerimonialismo foi claramente estabelecida, Pedro visitou a florescente congregação de Antioquia. É importante lembrar que esta, em sua grande totalidade, era constituída de conversos gentios. Estes, nunca haviam praticado o cerimonialismo israelita, mas antes de aceitar a mensagem da salvação pela fé na graça de Deus através de Cristo, eram escravos das paixões do pecado e de práticas rituais da cultura do paganismo.

Em sua primeira carta o apóstolo Pedro refere à escravidão dos gentios em sua vida pecaminosa, às práticas de sua cultura: “Já é bastante, sem dúvida, ter feito no passado a vontade dos gentios vivendo na devassidão, nas concupiscências, na embriaguez, nas orgias, bebedices e idolatrias infames” (1Pe 4:3, Tradução Ecumênica da Bíblia.

Pedro compreendera já na experiência do Pentecostes que a salvação não tem fronteiras culturais, mas é uma dádiva de Deus para todos os povos. Quando foi confrontado por seus irmãos e líderes, em Jerusalém, por ter pregado o evangelho para Cornélio: “Entraste em casa de homens incircuncisos e comeste com eles” (At 11:3, Almeida Revista de Atualizada), Pedro fez a sua defesa, demonstrando como Deus lhe revelara que o plano da salvação alcança a todos os homens.

Na defesa de Pedro no confronto com os líderes de Jerusalém, estão evidentes duas questões: A circuncisão, como parte da lei cerimonial, e comer á mesma mesa com gentios, regida pela cultura da Tradição. Em Antioquia, Pedro esqueceu esta maravilhosa experiência do passado recente.

Nesta oportunidade é Paulo quem repreende Pedro por sua hipocrisia: “Quando, porém, vi que não procediam corretamente segundo a verdade do evangelho, disse a Cefas, na presença de todos: Se, sendo tu judeu, vives como gentio e não como judeu, por que obrigas os gentios a viverem como judeus?”(Gl 2:14, Almeida Revista e Atualizada).

A verdade do evangelho sobre a qual Paulo argumenta, é a fé na salvação pela graça manifesta em Jesus, independente da circuncisão, da lei cerimonial e das tradições culturais. Estas constituíam o motivo da dissimulação de Pedro e dos demais.

O texto sugere que no seu disfarce chegou a ensinar aos gentios certos ritos cerimoniais e práticas culturais da Tradição: “Obrigas os gentios”.
Pense: “Com efeito, antes de chegarem alguns da parte de Tiago, comia com os gentios; quando, porém, chegaram, afastou-se e, por fim, veio a apartar-se, temendo os da circuncisão” (Gl 2:12, Almeida Revista e Atualizada
Desafio: “É dEle que todos os profetas dão testemunho: O perdão dos pecados é concedido por seu Nome a todo aquele que nEle deposita a sua fé” (At 10:43, Tradução Ecumênica da Bíblia).

PAULO EM CAMPO MISSIONÁRIO


Quarta-feira, 9/9/2015 

› PAULO EM CAMPO MISSIONÁRIO 
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Em sua carta aos Romanos, Paulo faz a declaração que expressa a ação e a razão do evangelho: “Não me envergonho do evangelho, porque é o poder de Deus para a salvação de todo aquele que crê: primeiro do judeu, depois do grego” (Rm 1:16, Nova Versão Internacional).

A ação do evangelho é poderosa porque é realizada por Deus, e a razão do evangelho é atuar na transformação de pecadores depravados para torná-los santos e habilitá-los para a salvação pela fé. A sua ação e razão são tão poderosas que é impossível limitá-las dentro das fronteiras de um só povo.

A realização do evangelho tem sua fonte no poder de Deus por meio de Cristo Jesus, e Este crucificado. Este é o centro e a glória da pregação de Paulo. Antes de Sua morte, Jesus declarou: “Mas eu, quando for levantado da terra, atrairei todos a mim” (Jo 12:32, Nova Versão Internacional).

Qual a razão deste poder de atração? Paulo o revela: “Naquele tempo, estáveis sem Cristo, separados da comunidade de Israel e estranhos às alianças da promessa, não tendo esperança e sem Deus no mundo” (Ef 2:12, Almeida Revista e Atualizada).

Não importa a cultura, todo ser humano, ainda que não tenha consciência ou mesmo não o admita, ele está ligado à sua criação realizada por Deus. Na situação em que se encontra sente que tudo é sem sentido, tudo está errado, e pergunta, por que estou aqui?

Quando ouve o evangelho da cruz, Cristo crucificado, compreende que é pecador e dominado por um estranho poder sobrenatural, seu inimigo e inimigo de Cristo crucificado.

A história de Cristo crucificado soa aos seus ouvidos como a mensagem de um amor incomparável, revelando o Deus eterno com Pai solícito e amigo leal e fiel. Tudo passa a ter sentido e significado. A esperança brilha com poder e fulgor e a vida encontra o centro e a razão do por que estou aqui? Cristo Jesus, a esperança da glória.

Na proclamação da esperança centralizada em Cristo crucificado, reside o poder do evangelho que alcança e abala qualquer cultura, porque confere sentido para a breve existência do homem neste mundo: “Estes são os que andaram revolucionando o mundo inteiro. Agora estão também aqui” (At 17:6, Bíblia de Jerusalém). O Nome de Jesus atua como poderoso fermento em todas as culturas.
Pense: “Não me atrevo a falar de nada, exceto daquilo que Cristo realizou por meu intermédio em palavra e em ação, a fim de levar os gentios a obedecerem a Deus, pelo poder de sinais e maravilhas e por meio do Espírito de Deus” (Rm 15:18 e 19, Nova Versão Internacional).
Desafio: “Nós o proclamamos, advertindo e ensinando a cada um com toda a sabedoria, para que apresentemos todo homem perfeito em Cristo” (Cl 1:28, Nova Versão Internacional).

DE SAULO PARA PAULO

Terça-feira, 8/9/2015 

› DE SAULO PARA PAULO 
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Escrevendo para os Gálatas, Paulo declara em poucas palavras o que aconteceu com ele quando compreendeu que estava empenhado em uma causa errada: “Quando, porém, ao que me separou antes de eu nascer e me chamou pela sua graça, aprouve revelar seu Filho em mim, para que eu o pregasse entre os gentios, sem detença, não consultei carne e sangue” (Gl 1:15 e 16, Almeida Revista e Atualizada).

Ansioso por provar que sinceramente labutara no erro, relembra seu maravilhoso chamado quando do memorável encontro com Cristo na estrada de Damasco. Fora chamado a assumir uma mudança de posição, e isto inesperadamente. Que decisão devia tomar! Decisão de consequências eternas para ele e para pecadores mergulhados no lamaçal do pecado.

Para Timóteo, a quem carinhosamente qualifica de “meu verdadeiro filho na fé” (1Tm 1:2), Paulo relembra seu passado de perseguidor e de como a graça e o poder transformador de Jesus atuaram em sua vida: “Foi Ele que me julgou digno de confiança, tomando-me a Seu serviço, a mim que outrora era blasfemo, perseguidor e violento. Mas foi-me concedida misericórdia, porque agi por ignorância, não tendo fé” (1Tm 1:12 e 13, Tradução Ecumênica da Bíblia).

Paulo vai ao centro da questão espiritual. O plano de Deus é transformar pecadores em arautos das “virtudes daquele que vos chamou das trevas para a Sua maravilhosa luz” (1Pe 2:9, Almeida Revista e Atualizada). Para esta tarefa Paulo foi vocacionado. Cristo revelou-se a ele no caminho de Damasco e agora era seu privilégio e dever revelar Cristo em sua vida e pregá-lO aos gentios.

A sua responsabilidade não era apenas- apresentar e pregar sobre as figuras dos símbolos e ritos que anunciavam o Redentor vindouro, mas representar em sua vida o Cristo vivo que veio em cumprimento da promessa de Deus. Anunciá-lO com poder e convicção, para que por sua pregação e exemplo, Ele fosse formado nos ouvintes: “Cristo em vós, a esperança da glória” (Cl. 1:27, ARA).

Perante o rei Agripa, sintetizou em frases concisas, mas convincentes a missão que Jesus lhe confiou: “Eu o livrarei do seu próprio povo e dos gentios, aos quais eu o envio para abrir-lhes os olhos e convertê-los das trevas para a luz, e do poder de Satanás para Deus, a fim de que recebam o perdão dos pecados e herança entre os que são santificados pela fé em Mim” (At 26:17 e 18, Nova Versão Internacional).
Pense: “Agora, levante-se, fique em pé. Eu lhe apareci para constituí-lo servo e testemunha do que você viu a meu respeito e do que lhe mostrarei” (At 26:16, Nova Versão Internacional).
Desafio: “Pelo que, ó rei Agripa, não fui desobediente à visão celestial” (At 26:19, Almeida Revista Atualizada).

PAULO, O HOMEM


Segunda-feira, 7/9/2015 

› PAULO, O HOMEM 
Fonte: A | A | A
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Analisando os textos sugeridos e outros poderiam ser acrescentados, podemos formar uma ideia do caráter e da personalidade de Paulo. No mundo religioso do judaísmo, pertencia ao partido dos fariseus que era muito rigoroso na defesa de sua ortodoxia espiritual. Ele mesmo declara que era zeloso e irrepreensível em relação aos princípios espirituais de seu povo. (Fp 3:6). Os fariseus eram os mais ferrenhos opositores do cristianismo e esta marca Paulo herdou como cruel perseguidor dos cristãos.

Jesus tinha planos gloriosos para esta vida que com tenacidade dedicava suas energias para uma causa que deixou de cumprir o propósito de Deus. Lançou o seu orgulho ao pó na estrada para Damasco e mostrou-lhe o caminho do sofrimento na proclamação da história do amor eterno revelado sobre uma rude cruz.

Certamente após a gloriosa aparição de Jesus, fora ele tenazmente assaltado pelos judeus ritualistas. Suas esperanças centralizavam-se naquele jovem de brilhante intelecto, incontido zelo e ardor incomparável. Por certo tentaram fasciná-lo com o ouropel da glorificação humana. Indubitavelmente em pouco tempo teria galgado o pináculo da fama, entre os seus pares judaizantes se tão somente agradasse a homens.

Ele, no entanto, depois de seu encontro com Jesus volvera seu olhar para o alto. Seu coração ligou-se a Deus e a Sua causa redentora. Todas as suas afeições centralizavam-se em Cristo, o Salvador. Na vergonha da cruz estava a sua glória.

Se com estremado zelo dedicara as suas energias em defesa do judaísmo, sem compreender o que estava fazendo, irresistível era a sua dedicação à causa redentora por meio de Cristo, pois agora sabia em quem depunha a sua fé e o que estava realizando. (2Tm 1:12).

Esta sua dedicação irrestrita descreve com palavras ardentes em Segundo Coríntios 11:23-33, em uma análise sucinta, mas poderosa para demonstrar que coisa alguma o intimidava.

Seu único interesse era agradar a Deus, que o comissionara com a mais gloriosa tarefa - embaixador do Seu Reino.
Pense: “Por esta causa sofro, mas não me envergonho, porque sei em quem tenho crido e estou bem certo de que ele é poderoso para guardar o que lhe confiei até aquele dia” (2Tm 1:12, Nova Versão Internacional).
Desafio: “Não me envergonho do evangelho, porque é o poder de Deus para a salvação de todo aquele que crê: primeiro do judeu, depois do grego” (Rm 1:16, Nova Versão Internacional).