Se me permitem vou contar-lhes mais um testemunho pessoal. Creio que poderá ajudá-los em alguma situação.
Após dez anos de casada, meu marido e eu resolvemos que era hora de termos a nossa filha. Sempre pensamos em ter uma menina, inclusive o nome já tinha sido definido assim que nos casamos. Seria Júlia. Nesta época, na empresa onde eu trabalhava, conheci uma senhora muito cristã que me ensinou que nós devemos dedicar a Deus nossos bens materiais, família, filhos e acima de tudo nossa vida. Aquelas palavras ficaram gravadas na minha mente. No dia 17 de março de 2000 eu engravidei. Imediatamente me lembrei do conselho daquela senhora e com palavras simples entreguei minha filha recém concebida a Deus. Meu marido ficou surpreso com a minha certeza, afinal precisava ir ao médico e fazer os exames necessários para comprovar a gravidez. Dias depois fui ao médico e ele confirmou que realmente eu estava grávida e de acordo com os cálculos dele, seria uma menina. Tive uma gravidez bem tranqüila e no dia 30 de novembro nasceu Júlia, tão pequenininha, mas ao mesmo tempo tão forte. Em janeiro de 2001, nos mudamos para Limeira e não imaginávamos que não seria apenas uma mudança de cidade, mas que nossa vida seria transformada também. Meu marido havia sido convidado para gerenciar uma empresa e eu ficaria em casa, cuidando da nossa pequena. Tudo parecia perfeito e apesar de não termos nenhum parente na cidade, conseguimos nos adaptar rapidamente. Era o lugar ideal para criarmos nossa filha, uma cidade tranqüila, onde ela poderia brincar na rua e no balanço da praça, correr entre as árvores, coisas que provavelmente ela não faria se morássemos em São Paulo. Continuo amanhã!
Pense: “Nem olhos viram, nem ouvidos ouviram, nem jamais penetrou em coração humano o que Deus tem preparado para aqueles que o amam.” I Cor 2:9.
Decisão: Você já dedicou hoje sua vida a Deus? Se ainda não, faça isso agora mesmo! Peça para Deus caminhar com você. Tenho certeza que seu dia será muito melhor.
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“Maravilhosa é a obra que o Senhor Se propõe realizar por intermédio de Sua igreja, a fim de que Seu nome seja glorificado” (Atos dos Apóstolos, p. 13)
segunda-feira, 26 de agosto de 2013
Jesus nos deixou uma grande lição quando nos disse em Mc. 10:15 que o segredo da conversão é tornar-se como uma criança.
Crianças normalmente são dóceis, tem o coração puro, isento de mágoas, de rancores. Riem por qualquer coisa, riem uns dos outros, empurram, são empurradas, caem, se machucam, choram e seguem em frente, como se nada tivesse acontecido. São totalmente dependentes dos pais, esperam o alimento na boca, esperam para tomar banho, para serem trocadas, para irem ao banheiro. E apesar da dependência, elas têm um incrível poder de domínio em várias situações. Creio que a maioria que está lendo este comentário agora não é pai ou mãe, mas vão entender o que quero dizer. Quando uma criança tem febre a noite, a mãe não dorme; no primeiro dia de aula, a mãe chora com a separação; quando a criança nasce, normalmente o pai desmaia durante o parto. Enfim, são alguns exemplos que nos mostram que apesar de serem tão frágeis, não sabendo muitas vezes expressar com palavras seus sentimentos ou atos mobilizam pessoas para estarem cuidando delas. Nosso relacionamento com Deus também é assim, diante dos nossos tropeços e choros Deus nos socorre e nos carrega no colo. Deus está além dos nossos pais, que nos conhecem apenas pelo olhar. Deus conhece o nosso pensamento antes de pensarmos. Vê o nosso interior e sabe de todas as nossas necessidades físicas e espirituais e por sermos frágeis como uma criança, se necessário for, mobiliza anjos para cuidarem de nós. Quando nós choramos, Deus sente o sabor das nossas lágrimas porque Ele chora conosco, sorri quando estamos alegres e se entristece quando nos afastamos d’Ele. Na realidade somos eternas crianças, um pouco sujas pelo pecado, porém temos um Pai que está disposto a nos acolher e nos limpar de toda sujeira para sermos plenamente felizes ao seu lado!
Pense: Não é impressionante saber que há alguém que nos conhece antes de termos nascido, que sabe exatamente o que vamos falar e que conhece o último dia da nossa vida?
Decisão: Se você ainda não leu o livro Vida de Jesus ou O Desejado de Todas as Nações de Ellen G. White, não perca tempo, leia e você vai conhecer um pouco mais desta pessoa que te conhece tão bem.
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Segredo Descoberto
A infância do meu marido foi sem dúvida maravilhosa! Ele, juntamente com seus pais e mais três irmãos, moravam em um bairro muito tranqüilo em São Paulo.
Era um tempo em que descer uma ladeira com carrinho de rolimã ou uma bicicleta sem freio era a maior aventura. Empinar pipa, disputar campeonato de bolinha de gude, brincar de pega-pega, tomar banho de chuva, jogar futebol, rodar peão, eram algumas brincadeiras que fazia o tempo passar lentamente. A televisão não fazia parte da rotina porque cada minuto era precioso diante de tantas atividades. Por ser um local pouco habitado, havia uma mata enorme perto da casa e os meninos construíram uma casinha na árvore, bem no alto, onde as meninas não poderiam subir. Lá eles se reuniam para contarem seus segredos, traçarem seus planos e apreciarem do alto toda beleza daquele lugar. Muitas vezes passavam o dia na mata, caçavam passarinho com estilingue, assavam e comiam. Viviam livres, sem medo de qualquer situação, tudo era sempre uma grande festa. Próximo a mata havia um lago enorme e os meninos viviam ansiosos para darem aquele mergulho! Mas, minha sogra sempre proibia. Tinha medo que algum deles se afogasse. Vocês conhecem a palavrinha “desobediência”? Pois é, foi com ela mesma que eles selaram um acordo e numa tarde muito ensolarada e convidativa eles foram nadar naquelas águas tão limpinhas. Eles já haviam planejado tudo, tirariam as roupas para não molhar e se secariam ao sol antes de voltar para casa e a mãe NUNCA desconfiaria do brilhante plano. Ledo engano, assim que chegaram em casa minha sogra perguntou: “Onde vocês estavam? E a resposta foi: “Brincando na mata”. Sem esperar qualquer outra resposta ela corrigiu meu marido e meu cunhado com uma varinha. Eles não entenderam nada, afinal a mãe não sabia que eles tinha ido nadar, ninguém tinha visto eles no lago. Esta situação se repetiu por muitas outras vezes. Sempre que iam nadar, chegando em casa já sabiam o que os esperava. E só depois de adulto meu marido descobriu porque era corrigido sempre que ia nadar. Realmente nunca ninguém contou para minha sogra a verdade. Ela descobriu o segredo desde o primeiro dia porque apesar de estarem com os cabelos e as roupas secas, seus olhos estavam vermelhos denunciando o longo tempo que ficaram na água. Muitas vezes agimos assim com Deus também. Fazemos tantas coisas erradas e tão repetidamente, que acreditamos estarmos certos. Deus também vê nossos segredos. Ele nos dá todos os dias oportunidade de revelarmos a Ele tudo o que sentimos e o que somos. E se for preciso, Ele nos corrigirá, unicamente para não morrermos afogados nos nossos erros.
Pense: ‘’A maior distância do mundo é aquela entre a mente e o coração, a não ser que uma ponte seja lançada entre os dois pelo Espírito Santo.” Claudine Boutros
Decisão: Que tal entrar no seu quarto e em silêncio revelar a Deus todos os seus segredos? Mesmo já conhecendo todos eles, Deus se agrada que nós O procuremos para Lhe confidenciar todos os detalhes.
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Amor Incondicional
Eu sempre ouvi as pessoas falarem a respeito do amor de Jesus. Que Ele morreu na cruz para nos salvar, que se sacrificou pela humanidade, que deixou o Seu trono para se tornar como nós e nos libertar do mal. Tudo isso me parecia muito profundo, mas eu queria sentir na prática para entender o verdadeiro amor. O amor incondicional que Cristo tem por cada um de nós.
Em oração, eu pedi a Deus que me mostrasse esse amor que suporta e supera tudo. Pedido feito, pedido atendido. Em uma festa de aniversário, me encontrei com um amigo que há tempos não via e soube que ele ainda trabalhava na ARIL (Associação de Reabilitação Infantil de Limeira) e fui convida para visitar o lugar. Durante a visita eu me senti muito atraída por tudo que estava vendo e após uma conversa com a diretora comecei a trabalhar como voluntária. Fui designada para trabalhar como auxiliar nas classes, apoiando as professoras no que fosse preciso. Nos meses em que trabalhei ali eu conheci muitas crianças. Cada uma com uma história muito particular, mas todas com o mesmo desejo: SER FELIZ! Algumas não me reconheciam no dia seguinte à aula, passavam como se nunca tivessem me visto antes, mas minutos depois, pediam um beijo. Umas faziam letras soltas numa folha de papel e me entregavam citando a declaração de amor que haviam escrito. Outras rabiscavam um papel, dobravam e me entregavam perguntando imediatamente se eu havia gostado do desenho. Havia também algumas crianças um pouco agressivas, por causa de sua debilidade, mas quando eu chamava pra brincar de roda, vinham sorrindo, esperando apenas um abraço. Cada dia de trabalho era sempre uma surpresa. Apesar de nunca saber como estava o humor das crianças eu precisava estar disposta a ouvir, sorrir, às vezes repreender, mas acima de tudo respeitar e amar desinteressadamente cada uma daquelas crianças. Realmente foram dias muito preciosos. Dessa maneira bem simples Deus me mostrou como Ele nos ama. Com paciência e altruísmo nos aceita como somos. Sem esperar algo grandioso da nossa parte, está sempre por perto cuidando de nós!
Pense: Você já pensou que quando falamos que não gostamos de alguém, estamos ofendendo a Deus? Afinal, diante de Deus todos temos o mesmo valor.
Decisão: Decida a partir de hoje não fazer comentários sobre as pessoas que você “não gosta”. Pense que ela é igual a você e apenas o que não te agrada é o comportamento dela. Separando a pessoa do comportamento, você enxergará o próximo como a ti mesmo.
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Olá! Espero que vocês estejam desfrutando deste dia maravilhoso que Deus criou para nós, juntamente com sua família e/ou amigos. É claro que, com todo respeito e reverência que Ele nos pede.
Há pouco tempo, num sábado pela manhã, durante a oração de joelhos, um choro ensurdecedor ecoou pela igreja. Quando a oração foi encerrada, praticamente todas as pessoas que estavam ao meu redor e na minha frente olharam para trás, para ver de onde vinha aquele choro e se perguntavam por que a mãe daquela criança não providenciou que ela parasse de chorar naquele momento tão solene. A expressão nos rostos era unânime: por que a mãe não calou a criança? Afinal, ela estava atrapalhando a oração. Diante desta cena eu pensei quão rapidamente nos esquecemos que um dia já fomos crianças também. Já choramos por qualquer motivo, fizemos birra, quebramos “aquele objeto valioso”, que “atrapalhamos” muitos eventos e na maioria das vezes, no final de tudo, saíamos felizes, dormindo nos braços ternos da mãe, como se nada tivesse acontecido. E com o passar do tempo, ficam apenas as lembranças das traquinagens que fizemos, contadas pelos pais ou algum parente, e nós rimos ou nos assustamos pelo que fizemos, pois na maioria das vezes não nos lembramos de nada. Ser criança nos permite expressar os mais sinceros sentimentos sem medo de ofender ou constranger, nos dá a liberdade de pedirmos o que quisermos e aguardar a decisão do pai com grande expectativa. Ser criança nos permite pedir colo quando estamos cansados ou simplesmente quando queremos um carinho especial. Ser criança é ser autêntico e verdadeiro, sem medo de ser feliz. Confiando que quem cuida de nós nos protegerá de todo mal. Jesus espera que, mesmo crescidos, não deixemos de ter os atributos de uma criança. Apesar de vivermos em um mundo onde vemos tantas coisas erradas, podemos com a presença do Espírito Santo, enxergar com as lentes de uma criança e tornar nosso mundo melhor.
Pense: Alguma vez você já se chateou com o comportamento de uma criança? Qual foi sua reação? Uma vez que já crescemos, podemos tirar grandes lições se observarmos mais e criticarmos menos.
Decisão: Que tal reunir a família e através de fotos relembrar as suas peripécias quando criança? Tenho certeza que você terá grandes surpresas!
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sexta-feira, 23 de agosto de 2013
segunda-feira, 19 de agosto de 2013
A lição da semana retrata um episódio onde dois homens inteligentes e considerados muito religiosos para sua época, mas, que tinham uma dúvida que os incomodava. - Como conquistar a vida eterna?
A inquietude e dúvida deles parece acompanhar toda história do homem nesta terra manchada pelo pecado. Cada qual a seu jeito parece buscar uma resposta para então se colocar numa condição ideal e ser considerado como merecedor da vida eterna. Um fato que muitos parecem não entender é que a vida eterna é uma conquista garantida pelos méritos de Jesus. Todo o ser humano está na mesma condição de igualdade para alcançar a vida eterna. Todo esforço e sacrifício já foi feito, a salvação em nenhuma hipótese será comprada pelo homem. A vida eterna é um presente dado de graça por Deus ao homem caído, é um presente imerecido ofertado a todos nós. É exatamente a contemplação de tanto amor e misericórdia da parte de Deus para com o homem é que nos transformará e nos habilitará a alcançar a graça de um dia viver eternamente ao lado dos salvos e de Jesus. Parece que por ser simples assim, é que não conseguimos entender o plano da salvação elaborado por Deus. O amor de Deus nos constrange a um ponto que se torna um prazer ser um fiel seguidor da Sua Lei.
Pense: Se alguém de fora da igreja te fizesse a mesma pergunta: - O que preciso fazer para ser salvo? Qual seria a sua resposta?
Decisão: Responda em poucas palavras o que mais te impressiona no amor de Deus por você? E qual será a sua resposta a este amor?
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