“Maravilhosa é a obra que o Senhor Se propõe realizar por intermédio de Sua igreja, a fim de que Seu nome seja glorificado” (Atos dos Apóstolos, p. 13)
sábado, 7 de setembro de 2013
quinta-feira, 5 de setembro de 2013
Lázaro, Marta e Maria devem ter chorado muito ao verem Jesus sendo morto na cruz. Com certeza eles não esperavam testemunhar tamanha brutalidade com alguém a quem eles tanto amavam. Assim como os demais discípulos eles compartilhavam da mesma esperança de restauração do reino e da expulsão dos dominadores romanos. Mas a morte de Jesus fez com que esse sonho caísse por terra.
Talvez Lázaro tenha pensado que teria sido melhor estar morto para não sofrer vendo a morte de seu amado Mestre. Talvez Marta e Maria também pensaram que melhor seria ter morrido antes para não presenciar tão horrível cena. Quando somos confrontados com situações que estão além da nossa capacidade, temos a tendência de fugir e se esconder. No entanto, Deus nos oferece consolo além daquilo que imaginamos ser possível: “Abra-se vosso pesaroso coração para receber as palavras de consolo de vosso compassivo Redentor. Jesus vos ama. Recebei os brilhantes raios do Sol da Justiça e confortai-vos. Dai graças Àquele que ressurgiu dentre os mortos, e que vive para sempre, para fazer intercessão por vós. Jesus Cristo é um Salvador vivo. Não está no túmulo novo de José. Ele ressurgiu, Ele ressurgiu! Regozijai-vos, mesmo neste vosso dia de tristeza e acabrunhamento, por terdes um Salvador que simpatiza convosco em todas as vossas mágoas. Ele chorou junto ao sepulcro de Lázaro, e identifica Seus pesares com os dos filhos pesarosos.” (EGW, Mensagens escolhidas, vol. 2, 272).
Pense: “Vi novo céu e nova terra, pois o primeiro céu e a primeira terra passaram, e o mar já não existe. Vi também a cidade santa, a nova Jerusalém, que descia do céu, da parte de Deus, ataviada como noiva adornada para o seu esposo. Então, ouvi grande voz vinda do trono, dizendo: Eis o tabernáculo de Deus com os homens. Deus habitará com eles. Eles serão povos de Deus, e Deus mesmo estará com eles. E lhes enxugará dos olhos toda lágrima, e a morte já não existirá, já não haverá luto, nem pranto, nem dor, porque as primeiras coisas passaram. E aquele que está assentado no trono disse: Eis que faço novas todas as coisas. E acrescentou: Escreve, porque estas palavras são fiéis e verdadeiras.” (Apocalipse 21:1-5)
Decisão: Essa é a promessa final de Deus. Toda dor e sofrimento pelo qual passamos será eliminado para sempre. Eu quero estar com Jesus quando esse dia chegar. E você? Que Deus o ajude a permanecer sempre ao Seu lado! Feliz sábado!
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terça-feira, 3 de setembro de 2013
A decisão de voltar
A justificação e o processo de santificação conduzindo o pecador para a inteira dedicação a Jesus, é uma dádiva e um ato de Deus definido “antes da fundação do mundo”. – 1Pe 1:20 – Tradução Ecumênica da Bíblia, É uma provisão ampla e completa. Ampla, porque alcança todos os pecadores desde Adão. Completa, porque absolutamente nada pode ser acrescentado. O pecador somente tem duas alternativas: aceitar ou rejeitar.
O desejo desta mudança é fruto do amor de Deus por nós. “Nós amamos porque Ele nos amou primeiro”. – 1Jo 4:19 – Almeida Revista e Atualizada. Isto é muito bem ilustrado na parábola do filho pródigo. O amor do pai desperta no filho os sentimentos adormecidos e atrai-o, gerando o desejo de arrependimento e confissão. “Levantar-me-ei e irei ter com meu pai e lhe direi: Pai, pequei contra o céu e diante de ti”. – Lc 15:10 – Almeida Revista e Atualizada. Mérito algum é apresentado pelo pródigo. Confia tão somente no amor paterno, e em rendição incondicional lança-se aos pés do amante pai. Oh profundidade, grandeza e maravilha do amor divino! Mal os trôpegos passos se voltam em direção ao lar, ao Pai, e Ele vem ao encontro“correndo” para abraçar, beijar o filho com Seu beijo de perdão. Nenhum mérito pode ser apresentado para receber as vestes de filho. Todavia, elas são ofertadas e nelas somos envolvidos. Somos filhos. Isto é graça. Graça que transforma um morto em ofensas e pecados, ressuscitando-o para a vida em Cristo. Na grande festa que o pai celebrou como expressão de regozijo pela volta do filho, revela que o filho é perdoado e reintegrado à família como se nunca houvesse abandonado o lar paterno. O amor do Pai nos induz à resposta de amor demonstrada pela obediência: “Se Me amais, guardareis os meus mandamentos”. – Jo 14:15 – Almeida Revista e Atualizada. A obediência à lei é a evidência de que aceitamos a dádiva de amor do Pai e com alegria nos submetemos à Sua vontade. Não obedecemos para obter o direito de novamente pertencer à família, mas porque fomos perdoados e declarados filhos pelos méritos e pela fé no sangue purificador de Cristo Jesus.
Pense: “Ou desprezas a riqueza da Sua bondade, e tolerância, e longanimidade, ignorando que a bondade de Deus é que te conduz ao arrependimento?” – Rm 2:4 – Almeida Revista e Atualizada.
Desafio: “Se confessarmos os nossos pecados, Ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda injustiça”. – 1Jo 1:9 – Almeida Revista e Atualizada.
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Imagine-se no lugar dos discípulos de Jesus. Tudo o que eles mais queriam era que Jesus tomasse a posição de líder do povo judeu, expulsasse os romanos de seu território e fizesse com que a nação se tornasse novamente poderosa. Quando todos esses sonhos se despedaçaram por ocasião da morte de Jesus, eles ficaram perplexos e angustiados. Mas então, na manhã daquele domingo... Jesus ressuscitou!
“Que mudança se operou no coração dos discípulos, ao contemplarem mais uma vez o amado semblante do Mestre! Luc. 24:32. [...] A incerteza, a angústia e o desespero deram lugar a segurança perfeita e esclarecida fé. Não admira que, depois de Sua ascensão, estivessem ‘sempre no templo, louvando e bendizendo a Deus’. O povo, sabendo apenas da morte ignominiosa do Salvador, procurava ver no rosto deles a expressão de tristeza, confusão e derrota; viam, porém, ali, alegria e triunfo. Que preparo receberam estes discípulos para a obra que se achava diante deles! Tinham passado pela mais severa prova que lhes era possível experimentar, e visto como a Palavra de Deus se cumprira triunfantemente, quando, segundo a visão humana, tudo se achava perdido. Que poderia, dali em diante, intimidar-lhes a fé ou arrefecer-lhes o ardoroso amor? [...] Haviam sido testemunhas da sabedoria e poder de Deus e estavam certos ‘de que, nem a morte, nem a vida, nem os anjos, nem os principados, nem as potestades, nem o presente, nem o porvir, nem a altura, nem a profundidade, nem alguma outra criatura’, seria capaz de os separar ‘do amor de Deus, que está em Cristo Jesus nosso Senhor’. ‘Em todas estas coisas’, disseram eles, ‘somos mais do que vencedores, por Aquele que nos amou.’ Rom. 8:38, 39 e 37. ‘A Palavra do Senhor permanece para sempre.’ I Ped. 1:25. E ‘quem os condenará? Pois é Cristo quem morreu, ou antes quem ressuscitou dentre os mortos, o qual está à direita de Deus, e também intercede por nós’. Rom. 8:34.”
Pense: “O choro pode durar uma noite, mas a alegria vem pela manhã.” (Salmo 30:5)
Decisão: A tristeza pela perda de um ente querido é devastadora. Somente Deus pode confortar e consolar. Mas você pode ser o agente que leva a esperança e a restauração para quem estiver em dor!
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segunda-feira, 2 de setembro de 2013
Água mole em pedra dura...
Visitei uma cidade chamada Pirenópolis, em Goiás, que é famosa por suas cachoeiras. O lugar é lindo e vale a pena conhecer. Mas uma coisa que me chamou a atenção é como a água consegue moldar o seu curso, mesmo que seja em meio a rochas muito duras. Aquele ditado antigo que diz “água mole em pedra dura, tanto bate até que fura” é mais do que correto!
De certa forma, a oração é como a água que dia após dia é derramada sobre a vida de alguém do tipo “rochoso”, e que vai ajudando a transformar o coração de pedra em um campo fértil para que a semente do amor de Deus ali floresça. Só que essa transformação não acontece de um dia para outro. Algumas vezes leva mais tempo do que realmente estamos dispostos a esperar, por isso acabamos desistindo com tanta facilidade. Agora, imagine se Deus desistisse de nós com a mesma facilidade com que desistimos de outras pessoas e, quem sabe, de nós mesmos? Ainda bem que Deus não é como nós! Precisamos desenvolver um senso de responsabilidade por aqueles que nos cercam, e orar sem cessar por eles. Se queremos ver a mão de Deus agindo na vida dessas pessoas, precisamos orar com fé, antevendo o resultado.
Pense: “De manhã, SENHOR, ouves a minha voz; de manhã te apresento a minha oração e fico esperando.” (Salmo 5:3)
Decisão: Como tem sido sua vida de oração por você mesmo e pelas pessoas a quem você ama?
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Com a queda de Adão, sob o domínio do pecado, a mente do homem tornou-se um verdadeiro campo de batalhas entre dois poderes: do bem e do mal, da justiça e do pecado, personificados por Deus e Satanás. Nesta guerra pelo controle da mente humana, Deus atua pelo poder do amor, do respeito à liberdade de escolha, da persuasão pela atração. O diabo usa as forças da compulsão, da “lisonja e o engano”. – Patriarcas e Profetas, pg. 24.
Nesta batalha, a força da vontade humana não oferece condições para resistir e vencer o poder desigual de Satanás. Para que possamos fazer as escolhas corretas e vencer os ataques do inimigo, Paulo orienta: “Eu os aconselho a obedecerem somente às instruções do Espírito Santo. Ele lhes dirá aonde ir e o que fazer, e assim vocês não estarão fazendo sempre as coisas erradas que a natureza pecaminosa de vocês quer que façam”. – Gl 5:16 – Bíblia Viva. Sobre a atuação do Espírito Santo na mente do ser humano, é declarado: “Sob a guia do Espírito Santo, a mente que sem reserva se dedica a Deus, desenvolve-se harmoniosamente, e é fortalecida para compreender e cumprir as reivindicações de Deus… Deus trata com os homens como seres responsáveis. Ele, por Seu Espírito atuará através da mente que Ele pôs no homem, contanto que o homem Lhe dê oportunidade de operar e reconheça o Seu trato”. – Mente, Caráter e Personalidade, pgs. 11 e 785. Se o Espírito Santo é o instrutor perfeito que conduz com perfeita sabedoria os seres humanos que lutam contra o pecado com o desejo de fazer as escolhas certas, precisamos submeter nossa mente à Sua sabedoria orientadora. Para os humanistas, este tipo de vida significa perder a individualidade, a personalidade. Como alguém pode sentir-se realizado e feliz, sendo controlado por outra pessoa? Realmente parece um paradoxo. Mas quando compreendemos que aceitar a Cristo como o Senhor de nossa vida, é a libertação da escravidão imposta por Satanás e a obtenção da verdadeira liberdade no relacionamento de amor com Cristo, significa não a perda da personalidade, mas sim, a obtenção de uma personalidade equilibrada e feliz, crescendo no viver vibrante, vivificado e consagrado à única causa que faz sentido.
Pense: “Assim encontro esta lei que atua em mim: Quando quero fazer o bem, o mal está junto a mim. No íntimo do meu ser tenho prazer na Lei de Deus; mas vejo outra lei atuando nos membros de meu corpo, guerreando contra a lei da minha mente, tornando-me prisioneiro da lei do pecado que atua em meus membros”. – Rm 7:21-23 – Nova Versão Internacional.
Desafio: “Esconde a tua face dos meus pecados e apaga as minhas iniquidades todas. Ó Deus, cria em mim um coração puro, renova um espírito firme no meu peito… Devolve-me o júbilo da tua salvação”. – Sl 51:11-14 – Bíblia de Jerusalém.
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Jesus chorou.
Jesus chorou por causa de mim e de você. Jesus chorou por causa da desconfiança em Seu amor. Jesus chorou por causa do pecado sem arrependimento. Jesus chorou por causa da hipocrisia que congela a alma. Jesus chorou por causa do orgulho que impede a salvação. Jesus chorou por causa da ignorância em relação à verdade. Jesus chorou por causa de mim e de você. Jesus chorou. Será que Ele precisa continuar chorando por causa de mim e de você? A maior tristeza de Deus é quando escolhemos ignorar o que é correto e fazemos o que achamos ser melhor ou mais conveniente. Ele sabe o que isso significa. Ele vê o fim desde o começo e os resultados de nossa decisão. Ele chora por que nos ama e não quer nos ver sofrendo!
Pense: “A tristeza segundo Deus não produz remorso, mas sim um arrependimento que leva à salvação, e a tristeza segundo o mundo produz morte.” (2 Coríntios 7:10)
Decisão: Quando decidimos fazer o que Jesus nos pede enxugamos as lágrimas derramadas por nós. Nossa vida se transforma. Além disso, também ajudamos outros a enxugar as lágrimas que foram derramadas por eles. Será tão bom o dia em que além de ter nossas lágrimas enxugadas por Jesus também pudermos ver que as lágrimas dEle por nós também foram enxugadas...
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